Eu tenho vários diários, comecei quando estava na quinta série (atual sexto ano) e desde então não parei mais. Escrever é bom, é gostoso, é como libertar a alma. O meu primeiro diário foi um caderno laranja de capa dura da Barbie, o mais especial até hoje, e desde então meu estilo de escrita e decoração tem variado com o tempo. Às vezes sou um querido diário, às vezes sou uma agenda personalizada, às vezes até um zine. Fato é que escrever é um dos meus vícios e não consigo me imaginar sem fazê-lo, inclusive agora tenho um diário eletrônico por questão de praticidade, mas logo voltarei ao bom e velho diário de papel.